
Um vereadora reclamou, esses dias, da falta de médico no EMEC, um dos mais bem equipados hospitais particulares da cidade. Se em hospital de rico falta médico, imagine nas unidades públicas. O problema é que em hospitais públicos há conivência. No Clériston Andrade (foto), por exemplo, tem médico neurologista cara de pau que “trabalha” 15 minutos por dia. Isso quando vai. Mas o contra-cheque é pontual.
